Sermão sobre Como se Preparar para a Volta de Jesus: Vigiai, Porque Não Sabeis o Dia

Texto bíblico principal: Mateus 24:36-46
Tema: Como viver preparado para a volta de Cristo.
Mensagem central: Jesus não revelou quando voltaria, mas deixou claro como Seus discípulos deveriam viver enquanto esperam: vigilantes, unidos a Ele, fiéis no presente e comprometidos com a missão.
Objetivo: Levar cada ouvinte a abandonar uma espera distraída ou meramente teórica e desenvolver uma vida diária de comunhão e fidelidade a Cristo.

Introdução: Jesus não respondeu tudo o que os discípulos queriam saber

Quando os discípulos se aproximaram de Jesus em Mateus 24, eles queriam respostas.

Perguntaram sobre acontecimentos futuros, sinais e o fim.

Jesus respondeu.

Falou de guerras, perseguições, enganos, falsos cristos, sofrimento, perseverança e da proclamação do evangelho.

Mas, quando chegou a uma informação que provavelmente despertaria enorme interesse, Cristo estabeleceu um limite:

“A respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (Mateus 24:36).

Jesus poderia ter dado uma data.

Não deu.

Poderia ter preparado uma fórmula para calcular o momento.

Não fez isso.

Em vez de satisfazer a curiosidade dos discípulos sobre quando, Jesus passou a ensiná-los sobre como viver.

Poucos versículos depois, Ele declarou:

“Vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor” (Mateus 24:42).

Aqui está a tensão central deste sermão:

Nós não sabemos quando Jesus voltará.

Mas sabemos como Ele deseja nos encontrar quando voltar.

A pergunta mais importante, portanto, não é:

“Quanto falta?”

É:

“Como estou vivendo enquanto espero?”

Jesus transformou a incerteza da data em um chamado à vigilância

Mateus 24:36 não enfraquece a certeza da Segunda Vinda.

Jesus não está dizendo que talvez volte.

A incerteza está no momento, não na promessa.

Ele voltará.

O dia, porém, não foi entregue aos discípulos.

Essa diferença é importante porque muda completamente a maneira de aguardar.

Se soubéssemos que Cristo voltaria daqui a determinada quantidade de anos, seria muito fácil desenvolver uma espiritualidade de última hora.

Poderíamos pensar:

“Depois eu mudo.”

“Mais tarde eu resolvo minha vida espiritual.”

“Quando estiver mais perto, começo a buscar Deus de verdade.”

Jesus remove essa possibilidade.

A preparação não pode ser adiada para uma data conhecida.

Por isso Ele diz:

Vigiai.

O maior perigo não é desconhecer o dia; é viver distraído

Antes de ordenar vigilância, Jesus menciona os dias de Noé.

Mateus 24:37-39 descreve pessoas comendo, bebendo e realizando casamentos até o momento em que veio o dilúvio.

Observe que essas atividades, isoladamente, não são pecaminosas.

Comer não é pecado.

Beber não é pecado.

Casar não é pecado.

O problema é que a vida continuava normalmente enquanto uma advertência decisiva era ignorada.

As pessoas estavam ocupadas com aquilo que era imediato e indiferentes ao que era eterno.

Esse talvez seja um dos perigos mais atuais para a vida espiritual.

Nem sempre somos afastados de Deus por uma grande rebelião.

Às vezes somos simplesmente distraídos.

A agenda fica cheia.

O celular ocupa cada intervalo.

O trabalho exige mais.

Os compromissos aumentam.

O entretenimento preenche o silêncio.

Quando percebemos, ainda acreditamos em Deus, ainda frequentamos a igreja, ainda conhecemos as doutrinas, mas a comunhão foi ficando cada vez mais superficial.

O problema não é necessariamente ter abandonado a fé.

É começar a viver como se a volta de Jesus não tivesse nenhuma influência sobre o presente.

1. Preparar-se para a volta de Jesus começa com uma vida espiritualmente desperta

Jesus diz:

“Vigiai.”

Vigiar não significa olhar constantemente para o céu.

Também não significa interpretar cada notícia como se fosse possível montar um calendário secreto para a Segunda Vinda.

Vigilância bíblica começa no coração.

A pessoa vigilante presta atenção à própria condição espiritual.

Ela pergunta:

Minha comunhão com Deus está crescendo ou desaparecendo?

Existe algum pecado que estou aprendendo a tolerar?

Estou me acostumando com coisas que antes perturbavam minha consciência?

Cristo continua ocupando o primeiro lugar ou apenas uma parte da minha rotina?

Existe uma característica perigosa no sono:

Quem está dormindo nem sempre percebe o momento exato em que adormeceu.

O sono espiritual também pode chegar assim.

Primeiro uma oração é deixada para depois.

Depois a Bíblia permanece fechada alguns dias.

Em seguida, o pecado deixa de incomodar tanto.

O culto começa a parecer dispensável.

A consciência perde sensibilidade.

Pouco a pouco, uma pessoa pode continuar com aparência religiosa enquanto seu relacionamento com Cristo vai enfraquecendo.

Romanos 13:11 utiliza linguagem semelhante:

“Já é hora de vos despertardes do sono.”

Por isso, a preparação para a volta de Jesus não começa com um mapa profético.

Começa com um coração acordado.

Mas como saber se estou espiritualmente acordado?

Não basta perguntar:

“Eu acredito que Jesus vai voltar?”

É possível acreditar na doutrina da Segunda Vinda e viver como se ela nunca fosse acontecer.

Pergunte também:

  • Tenho buscado Cristo pessoalmente?
  • Minha vida de oração existe fora dos momentos de crise?
  • A Bíblia continua corrigindo minhas decisões?
  • Existe algo do qual preciso me arrepender?
  • Estou adiando uma decisão que sei que deveria tomar?
  • Minha maneira de utilizar tempo e recursos corresponde ao que afirmo acreditar?

Vigilância não significa viver procurando defeitos em si mesmo.

Significa não permitir que o coração adormeça enquanto continuamos dizendo que esperamos Jesus.

2. Estar preparado não é uma experiência que podemos deixar para o último momento

Logo depois de Mateus 24, Jesus continua ensinando sobre preparação.

Em Mateus 25, Ele apresenta a parábola das dez virgens.

Todas aguardavam o noivo.

Todas possuíam lâmpadas.

Todas ficaram sonolentas.

Todas ouviram o anúncio da chegada.

A diferença apareceu quando precisaram estar prontas.

Cinco tinham aquilo de que precisavam.

Cinco descobriram tarde demais que sua preparação era insuficiente.

Um detalhe da parábola merece atenção:

As prudentes não conseguiram simplesmente transferir sua preparação para as outras.

Existem coisas na vida espiritual que ninguém consegue viver por nós.

Seus pais podem orar por você.

Mas não podem desenvolver sua comunhão com Cristo em seu lugar.

Seu pastor pode ensinar a Bíblia.

Mas não pode obedecer por você.

Sua família pode amar a Deus.

Mas o relacionamento dela com Jesus não substitui o seu.

Você pode pertencer a uma igreja que conhece profundamente as profecias e ainda precisar conhecer pessoalmente o Cristo para quem todas essas profecias apontam.

Não podemos viver apenas de experiências antigas

Às vezes alguém diz:

“Eu já fui muito próximo de Deus.”

“Já estudei muito a Bíblia.”

“Já participei bastante da igreja.”

“Já tive uma vida de oração muito forte.”

Essas experiências podem ter sido importantes.

Mas a pergunta da preparação não é apenas:

“Como era minha vida espiritual?”

É:

“Como está minha vida com Cristo hoje?”

Uma amizade não permanece viva apenas porque duas pessoas foram próximas dez anos atrás.

Relacionamentos precisam de presença.

Comunhão com Deus também.

3. Jesus identifica o servo preparado pela maneira como ele vive antes da volta do Senhor

Mateus 24:45 muda a imagem.

Jesus começa a falar sobre um servo.

Ele pergunta:

“Quem é, pois, o servo fiel e prudente…?”

Então descreve o senhor retornando e encontrando aquele servo cumprindo sua responsabilidade.

Isso é extraordinariamente prático.

Jesus não descreve o servo preparado parado em uma montanha esperando o céu se abrir.

Ele está trabalhando.

Cumprindo sua responsabilidade.

Servindo.

Sendo fiel.

O Senhor volta e o encontra fazendo aquilo que deveria fazer.

Isso nos ensina algo essencial:

Esperar Jesus não é abandonar o presente.

É viver o presente à luz da promessa de Sua volta.

A preparação aparece nas responsabilidades comuns

Às vezes imaginamos que estar preparado exige realizar algo extraordinário.

Jesus chama atenção para a fidelidade.

Isso significa que a preparação para Sua volta pode ser demonstrada:

na maneira como um pai trata seus filhos;

na forma como um marido ou esposa conversa dentro de casa;

na honestidade com que alguém trabalha;

na forma como lidamos com dinheiro;

na maneira como tratamos uma pessoa que não pode nos oferecer nada em troca;

no cumprimento de uma promessa;

na disposição de pedir perdão;

na fidelidade quando ninguém está observando.

O servo fiel não sabia exatamente quando seu senhor voltaria.

Mas sabia o que deveria fazer enquanto aguardava.

Esse é um princípio poderoso.

Talvez você não saiba quanto tempo falta para Jesus voltar.

Mas sabe como Ele deseja que você trate sua família hoje.

Sabe como deve trabalhar hoje.

Sabe qual pecado precisa abandonar.

Sabe quem precisa perdoar.

Sabe que responsabilidade recebeu.

O desconhecimento da data não significa desconhecimento da vontade de Deus.

4. Preparação não é medo do futuro; é confiança naquele que prometeu voltar

Existe uma maneira equivocada de falar sobre a volta de Jesus que produz apenas medo.

A pessoa começa a ouvir sobre acontecimentos finais e imediatamente pensa:

“Será que vou conseguir?”

“Será que vou estar preparado?”

“E se eu falhar?”

“E se não for bom o suficiente?”

Mas a esperança cristã da Segunda Vinda não está fundamentada na capacidade humana de atingir perfeição por esforço próprio.

Está fundamentada em Cristo.

O mesmo Jesus que prometeu voltar é aquele que foi à cruz.

O mesmo Cristo que fala sobre vigilância oferece perdão.

O mesmo Senhor que chama Seus discípulos à fidelidade também lhes concede graça.

Preparar-se para a volta de Jesus não significa tentar desesperadamente tornar-se digno do Céu.

Significa permanecer unido àquele que salva.

A diferença entre vigilância e pânico espiritual

Pânico diz:

“Preciso fazer tudo certo para tentar ser aceito.”

O evangelho diz:

“Fui chamado a permanecer em Cristo e permitir que Sua graça transforme minha vida.”

Isso não torna o pecado irrelevante.

Pelo contrário.

A graça não nos dá liberdade para continuar indiferentes ao pecado.

Ela nos dá uma razão para abandoná-lo.

Não obedecemos para comprar salvação.

Obedecemos porque pertencemos ao Salvador.

A Segunda Vinda, portanto, não deveria ser uma ameaça para quem está em Cristo.

É a realização de uma promessa.

Jesus voltará.

A separação não continuará para sempre.

O pecado não existirá para sempre.

A morte não terá a palavra final.

A dor não será eterna.

A esperança cristã aponta para um reencontro.

5. Quem espera Jesus não pode ser indiferente às pessoas que ainda não conhecem essa esperança

Antes de falar diretamente sobre vigilância, Jesus declara em Mateus 24:14:

“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo… então virá o fim.”

Existe algo profundamente errado em desejar a volta de Cristo e não se importar com pessoas que ainda não conhecem o evangelho.

Preparação não é apenas:

“Eu preciso estar pronto.”

Também envolve perguntar:

“Quem precisa conhecer essa esperança?”

A igreja não recebeu a missão de descobrir uma data.

Recebeu a missão de anunciar uma mensagem.

Enquanto aguardamos Jesus, existem pessoas desesperadas.

Pessoas carregando culpa.

Famílias enfrentando crises.

Pessoas que não conhecem a esperança da ressurreição.

Gente que conhece religião, mas ainda não compreendeu a graça.

Esperar Cristo inclui tornar essa esperança conhecida.

Você não precisa de um púlpito para participar da missão

Talvez alguém pense:

“Eu não sei pregar.”

Mas testemunhar não começa necessariamente diante de uma congregação.

Você pode:

orar regularmente por uma pessoa;

convidá-la para estudar a Bíblia;

compartilhar uma mensagem que realmente possa ajudá-la;

oferecer apoio a alguém que sofre;

explicar por que você tem esperança;

usar seus dons para servir;

abrir sua casa;

acompanhar alguém que está começando na fé.

A missão não é tarefa exclusiva do pregador.

O servo fiel de Mateus 24 estava ocupado quando seu senhor voltou.

A pergunta é:

Com o que Jesus nos encontrará ocupados?

6. Preparar-se para a volta de Jesus exige colocar algumas coisas em ordem hoje

Uma mensagem sobre a Segunda Vinda pode se tornar muito abstrata.

Falamos sobre sinais.

Profecias.

Eventos.

Promessas.

Tudo isso pode ser importante.

Mas o chamado de Cristo precisa alcançar nossa segunda-feira.

Então faça um exame prático.

Existe um pecado sendo protegido?

Não apenas um pecado cometido.

Um pecado protegido.

Algo que você já entendeu que precisa abandonar, mas continua justificando.

Preparar-se significa parar de negociar com aquilo que está afastando você de Cristo.

Confesse.

Busque ajuda se necessário.

Tome uma decisão concreta.

Existe um relacionamento que precisa de reconciliação?

Talvez você não consiga obrigar outra pessoa a se reconciliar.

Mas pode fazer a sua parte.

Pode pedir perdão.

Pode abandonar uma vingança.

Pode parar de alimentar determinada mágoa.

Não espere uma crise maior para fazer aquilo que já sabe que precisa fazer.

Sua comunhão com Deus existe de verdade?

Não pergunte apenas quantas vezes foi à igreja.

Pergunte:

Quando foi a última vez que abri a Bíblia porque queria ouvir Deus?

Tenho algum momento de oração que não seja apenas pedir coisas?

Existe espaço em minha rotina para ficar diante do Senhor?

Não transforme isso em competição espiritual.

Comece de maneira realista.

Separe um período.

Leia a Palavra.

Ore.

Permaneça.

Existe uma responsabilidade que você está adiando?

O servo fiel foi encontrado trabalhando.

Talvez exista algo que Deus já colocou diante de você.

Cuidar melhor da família.

Servir.

Usar um dom.

Reparar um erro.

Ajudar alguém.

Voltar a participar da missão.

O preparo para amanhã passa pela fidelidade de hoje.

E se Jesus demorasse mais do que esperamos?

Essa pergunta revela muito sobre nossa preparação.

Se soubéssemos que a Segunda Vinda ainda levaria bastante tempo, continuaríamos buscando Jesus?

Continuaríamos obedecendo?

Continuaríamos envolvidos na missão?

Ou nossa espiritualidade depende da sensação de que um evento está prestes a acontecer?

Essa é uma das razões pelas quais Mateus 24 enfatiza fidelidade durante a espera.

A verdadeira preparação não é uma explosão de entusiasmo provocada por uma notícia.

É perseverança.

É continuar fiel mesmo quando a espera parece longa.

É permanecer em Cristo quando ninguém está falando sobre acontecimentos finais.

É viver de maneira que, seja hoje ou daqui a muitos anos, o Senhor encontre Seu servo no lugar onde deveria estar.

E se Jesus voltasse antes do que esperamos?

A pergunta inversa também importa.

O que você lamentaria ter adiado?

Uma reconciliação?

Uma decisão espiritual?

Um compromisso com Cristo?

Uma mudança que sabe ser necessária?

Não precisamos responder a essa pergunta com terror.

Podemos respondê-la com decisão.

Se existe algo que deve ser colocado nas mãos de Deus, por que continuar adiando?

Conclusão: não precisamos conhecer a data para saber como viver

Os discípulos queriam saber sobre o futuro.

Jesus lhes deu sinais.

Mas também colocou um limite:

“Daquele dia e hora ninguém sabe.”

E exatamente porque eles não sabiam, Jesus disse:

“Vigiai.”

O desconhecimento da data não deveria produzir especulação.

Deveria produzir fidelidade.

Não precisamos conhecer o calendário de Deus para saber como viver hoje.

Precisamos permanecer despertos.

Precisamos cultivar comunhão com Cristo.

Precisamos abandonar aquilo que sabemos estar errado.

Precisamos cumprir nossas responsabilidades.

Precisamos anunciar o evangelho.

Precisamos esperar com esperança.

A preparação para a volta de Jesus não acontece apenas quando estudamos uma profecia.

Ela acontece quando fechamos a Bíblia depois do estudo e decidimos viver aquilo que compreendemos.

Apelo: se Jesus viesse hoje, o que Ele encontraria?

Talvez essa pergunta cause desconforto.

Mas ela não precisa conduzir ao desespero.

Ela pode conduzir a Cristo.

Se Jesus viesse hoje, encontraria uma pessoa que continua caminhando com Ele?

Talvez sua comunhão tenha enfraquecido.

Talvez você esteja espiritualmente distraído.

Talvez tenha permitido que algum pecado permanecesse por tempo demais.

Talvez conheça muito sobre a volta de Jesus, mas perceba que precisa voltar a conhecer profundamente o próprio Jesus.

Então não espere outro momento.

Não espere outra semana.

Não espere sentir algo extraordinário.

Diga ao Senhor:

“Jesus, eu quero estar contigo hoje para estar contigo naquele dia.”

Se existe algo para confessar, confesse.

Se existe uma decisão a tomar, tome.

Se existe uma pessoa que precisa receber seu pedido de perdão, não continue adiando.

Se sua comunhão morreu, recomece.

Se você se afastou, volte.

Porque preparação para a Segunda Vinda não começa no último acontecimento da história.

Começa agora.

Cristo prometeu voltar.

E enquanto esperamos, existe uma forma segura de viver:

perto daquele que vem nos buscar.

Oração final

Senhor nosso Deus,

Obrigado porque a volta de Jesus não é apenas uma advertência, mas uma promessa.

Livra-nos da curiosidade que procura datas e esquece de preparar o coração.

Desperta-nos quando estivermos espiritualmente adormecidos.

Mostra aquilo que precisamos abandonar.

Fortalece nossa comunhão contigo.

Ensina-nos a ser fiéis nas pequenas e nas grandes responsabilidades.

Coloca em nosso coração amor pelas pessoas que ainda precisam conhecer o evangelho.

E quando sentirmos medo do futuro, lembra-nos de que nossa esperança não está em nossa própria força, mas em Cristo.

Que naquele dia possamos olhar para o céu não com desespero, mas com alegria por reconhecer aquele que aprendemos a amar e seguir.

Prepara-nos para o encontro com Jesus.

Em nome de Cristo.

Amém.

Esboço resumido para pregar

Título: Como se Preparar para a Volta de Jesus

Texto principal: Mateus 24:36-46

Mensagem central: Jesus não revelou quando voltaria, mas ensinou como Seus discípulos deveriam viver enquanto esperam.

Abertura:
Os discípulos queriam saber “quando”. Jesus respondeu ensinando “como viver”.

1. O maior perigo é viver distraído
Mateus 24:37-42
Os dias de Noé mostram pessoas ocupadas com o cotidiano e indiferentes à advertência.

2. Vigilância começa no coração
Mateus 24:42
Estar acordado espiritualmente significa perceber quando nossa comunhão e fidelidade estão enfraquecendo.

3. Preparação não pode ser emprestada
Mateus 25:1-13
Relacionamento com Cristo é pessoal e precisa ser cultivado.

4. O servo preparado é encontrado sendo fiel
Mateus 24:45-46
Esperar Jesus não é abandonar as responsabilidades, mas cumpri-las à luz de Sua volta.

5. A esperança precisa alcançar outras pessoas
Mateus 24:14
A igreja foi chamada a proclamar o evangelho, não a calcular datas.

Pergunta para aplicação:
Se Jesus voltasse hoje, o que Ele me encontraria fazendo e como encontraria meu relacionamento com Ele?

Apelo:
Renovar a comunhão com Cristo e colocar hoje em ordem aquilo que não deve continuar sendo adiado.

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